Ver, sentir, provar... conversar

Recordamos uma história protagonizada por Talleyrand, um famoso político francês. Conta-se que, estando convidado para jantar com uns amigos, e depois de serem servidos os primeiros copos de vinho, um dos comensais levou-o de imediato à boca.

   - Não, por favor! - interveio Talleyrand - em primeiro lugar é necessário admirar a sua cor e depois cheirar durante um bom bocado. Ao que o interpelado replicou:
- E a seguir bebe-se!
- Não, senhor - foi a resposta -, a seguir deixa-se o copo na mesa e conversa-se longamente sobre o vinho.

Efetivamente, o vinho, base da convivência, é um verdadeiro prazer que deve triunfar nas três provas impostas pelo olho, pelo nariz e pela boca. Um toque de eloqüência por parte dos provadores ameniza o momento.

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